Sábado, 18 de Julho de 2009

Quando um ilustrador quebra o braço...


Para uma pessoa que depende das mão para trabalhar, quebrar o braço não deve ser nada agradável (confesso que morro de medo disso). Felizmente algumas pessoas ainda conseguem manter o bom humor e tirar proveito da situação, como fez o ilustrador Taylor White.

Aproveitando seus dotes artísticos, Taylor aproveitou para "tatuar" seu gesso com uma imitação do que seriam seus ossos, músculos e tendões do ante-braço. Pelo menos por alguns meses, ele teve a sensação de ter o braço tatuado (ou pelado - leia-se, sem pele, rs...)

Digamos que ele foi mais criativo do que aqueles que desenham uma âncora estilo popeye ou enchem o gesso de assinaturas!

Mais fotos podem ser vistas lá no site do Asttro.

Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Gosta de tatuagens estranhas? De sua carne pra eles!


Você gosta de tatuagens estranhas (assim como eu)? Quando eu digo "estranhas", quero dizer exatamente isso mesmo! Não feias, mal feitas ou sacanas, mas estranhas literalmente!

O site do estúdio Your Meat is Mine (em português, "A Sua Carne é Minha") traz um estilo completamente diferente de tatuagem, e assim como o próprio nome, também não é nada daquilo que estamos acostumados a ver normalmente.

Rabiscos, traços simples e poucas cores formam desenhos primários, beirando o infantil, porém dotados de um estilo e uma originalidade única. Abaixo, alguns exemplos de tatuagens feitas por lá:

Se você ficou com vontade de dar sua carne pra eles também, o estúdio se localiza na província de Montreal em Quebec, Canadá.

A dica foi da @tyaracarol (se não me engano) via twitter.

Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Não gostou? Corte aqui!


Porque existem coisa na vida que são tão simples... A gente que complica, rs...

Como eu costumo dizer aqui: existem duas maneiras de lidar com algumas deformidades (não prejudiciais a saúde, claro). Uma delas é com vergonha, e a outra é encará-la com senso de humor!

A foto é do BMEnews, porém o post original ta off, não sei porque!

Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

The Bumpy - Implantes temporários


Sinceramente, não sei o nome em português para este procedimento acima, por isso vou chamá-lo aqui de Bumpy mesmo, assim como fez o site (em espanhol) de onde retirei as imagens.

Apesar de parecer dolorido e até um pouco assustador, trata-se de um processo bastante simples e praticamente indolor. Escolhe-se algum local do copo, neste caso a cabeça, e com o auxílio de um catéter é injetado sob a pele uma solução salina (soro fisiológico) com a intenção de inchar (ou inflar literalmente) o local.

Quando digo tratar-se de um processo simples, quero dizer que não oferece maiores riscos para o organismo quando é feito de maneira correta, com materiais adequados e devidamente esterilizados. Após permanecer lo local por um breve período, esta solução salina é absorvida e posteriormente expelida pelo próprio organismo, não sendo necessária sua retirada.

após inflado o local, é possível criar pequenas variações em seu formato apenas pressionando-o com os dedos por alguns segundos. Isso vai gerar pequenas depressões no local (como pode ser visto nas imagens) que lentamente vão voltando a sua forma original (semelhante a aquelas bolinhas de espuma utilizadas em fisioterapia).

O objetivo deste procedimento? Absolutamente nenhum além do prazer de registrar estas anomalias temporárias em fotos e vídeos. Para alguns, isso já é o bastante!

Ah, não tentem fazer isso em casa crianças, pelo amor de Zeus!

Dica do Compulsivo por e-mail. Fonte: Greenshines.

Terça-feira, 30 de Junho de 2009

Revista Época: A Religião e a Aparência.

No dia 12 de junho, a Revista Época publicou uma matéria no mínimo polêmica, abordando um tema que eu também já abordei aqui no blog: A religião, a aparência e a modificação corporal. Segue abaixo um bom trecho da reportagem denominada de: 'Deus é Pop'.

Com mais de 20 tatuagens estampadas no corpo, dois piercings no nariz e um alargador de orelha, a paulistana Fernanda Soares Mariano, de 19 anos, parece estar montada para um show de rock. Apenas a Bíblia que ela carrega nos braços sugere outro destino. E Fernanda, a despeito do visual, está pronta mesmo é para encontrar Jesus. “A igreja não pode julgar. Ela tem de estar lá para transformar sua vida, e não sua aparência”, afirma.

A igreja que Fernanda escolheu não a julga pelo figurino. Numa noite de domingo, no templo da Bola de Neve Church do Rio de Janeiro, o que se vê são fiéis vestindo bermudas e camisetas com estampas de surfe. Boa parte exibe tatuagens como as de Fernanda. No altar, uma banda toca música gospel, enquanto a vocalista grita o refrão “Jesus é meu Senhor, sem Ele nada sou”.

Na plateia, cerca de 300 pessoas acompanham o show em catarse, balançando fervorosamente ao som da música. A diaconisa Julia Braz, de 18 anos, sobe ao palco de cabelo escovado e roupa fashion. Põe a Bíblia sobre uma prancha de surfe no púlpito e anuncia: “O evangelismo tá bombando!”. Amém.

Cultos voltados para os jovens, como a igreja da Bola de Neve, revelam um fenômeno: mostram que o jovem brasileiro busca formas inovadoras de expressar sua religiosidade.

Em 1882, o filósofo alemão Friedrich Nietzsche assinou a certidão de óbito divina com a célebre afirmativa: “Deus está morto”. Para ele, os homens não precisariam mais viver a ilusão do sobrenatural.

Nietzsche não foi o único. O anacronismo da fé religiosa era uma premissa do socialismo. “A religião é o ópio do povo” está entre as frases mais conhecidas de Karl Marx. Para Sigmund Freud, a necessidade que o homem tem de religião decorreria de incapacidade de conceber um mundo sem pais – daí a invenção de um Deus.

A influência de Marx e de Freud no pensamento do século XX afastou gerações de jovens da fé. Mas a derrocada do socialismo e as críticas à psicanálise freudiana parecem ter deixado espaço para a religiosidade se manifestar, sobretudo entre os jovens. “Aquilo que muitos acreditavam que destruiria a religião – a tecnologia, a ciência, a democracia, a razão e os mercados –, tudo isso está se combinando para fazê-la ficar mais forte”, escreveram John Micklethwait e Adrian Wooldridge, ambos jornalistas da revista britânica The Economist, no livro God is back. Para os jovens, como diz o título do livro, Deus está de volta. Ou, nas palavras da diaconisa Julia, “está bombando”.
Uma pesquisa feita por um instituto alemão mostra que 95% dos brasileiros entre 18 e 29 anos se dizem religiosos e 65% afirmam ser “profundamente religiosos”
Uma pesquisa inédita do instituto alemão Bertelsmann Stifung, realizada em 21 países, revela que esse renascimento da religião está mais presente no Brasil que na maioria dos países.

O estudo mostra que o jovem brasileiro é o terceiro mais religioso do mundo, atrás apenas dos nigerianos e dos guatemaltecos. Segundo a pesquisa, 95% dos brasileiros entre 18 e 29 anos se dizem religiosos e 65% afirmam que são “profundamente religiosos”. Noventa por cento afirmam acreditar em Deus.

Milhões de jovens recorrem à internet para resolver seus problemas espirituais. Na rede de computadores, a diversidade de crenças se propaga como vírus. “Na minha geração só sabia o que era budismo quem viajava para o exterior”, diz a antropóloga Regina Novaes, da Universidade de São Paulo e ex-presidente do Conselho Nacional de Juventude. “Hoje, com a internet, o jovem conversa com todo o mundo e conhece novas religiões. A internet virou um templo.”

Mais talvez do que isso, ela se converteu no veículo ideal de uma religião contemporânea e desregulada, que pode ser exercida coletivamente sem sair de casa e sem submeter-se a qualquer disciplina.

Fonte: Revista Época Online. Foto: Paola Máximo. Modelo: Fernanda Mariano

Sábado, 27 de Junho de 2009

Simule sua futura tatuagem no Photoshop


Caso você esteja pensando em fazer uma tatuagem mas ainda não tem 100% de certeza se o desenho e o local em questão são os mais adequados, seus problemas acabaram (desde que você saiba usar o básico do photoshop).

O site Uol Tecnologias publicou uma aula passo-a-passo de como aplicar um desenho, que no caso seria a sua futura tatuagem, em uma foto. Basta ir avançando as fotos e lendo as intruções para aprender. Caso queira, há também a opção de slideshow (no cantinho esquendo abaixo). No mínimo uma dica maneira para aqueles mais indecisos verem como ficará o trabalho futuramente, mesmo que virtualmente falando.

Ainda não testei, por pura falta de tempo mesmo, mas pretendo começar a utilizar essa ferramenta no estúdio. O tutorial foi feito no Photoshop CS3 para Mac, mas está bem explicadinho para os usuários de ruindows também. Mas símples, impossível.

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